Conheço o padre a que ele se refere. É um membro do grupo fundado por Gustavo Corção e, como este, um antimaçom ferrenho (coisa que eu próprio não sou, pois me permito ter as minhas próprias idéias – nefando pecado! – sobre as relações entre Igreja e Maçonaria, as quais idéias expus nos capítulos finais de O Jardim das Aflições). Nada, nada na vida ou nos atos desse sacerdote indica nem de longe qualquer ligação com a Maçonaria. Ao perguntar-me de onde poderia o sr. Fedeli ter tirado idéia tão estapafúrdia, a única hipótese que me ocorreu foi a seguinte: o padre de que ele fala é um judeu convertido, e em geral os teóricos da conspiração maçônica, como o sr. Fedeli, não falam só de conspiração maçônica, e sim judaico-maçônica. Não vejo que outra linha de raciocínio ele pode ter seguido, se é que isso é linha e se é que é raciocínio.
[https://web.archive.org/web/20190124044616/olavodecarvalho.org/textos/fedeli4.htm#_ftnref9]
É possível que seja Dom Lourenço Fleichman, filho de Júlio Fleichman (falecido em 2005)
https://permanencia.org.br/drupal/node/1912
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